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Sobre combustíveis... Água, sedimentos e octanas

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Categoria: Notícias
Publicado em: Escrito por Jorge Reis

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Quando a gasolina ou o gasóleo de um determinado posto, ou mesmo de um conjunto de postos de abastecimento de uma determinada área, são apontados como deficientes, isso resulta muitas vezes da presença de água, presente por via da condensação dentro dos reservatórios dos combustíveis.

Em dias mais quentes ou em épocas do ano em que as amplitudes térmicas sejam maiores, a possibilidade de existência de condensação dentro dos reservatórios e, por via disso, do aparecimento de água, pode aumentar de forma exponencial, principalmente se estivermos perante reservatórios pouco utilizados ou sujeitos a ciclos de temperaturas favoráveis para a criação de condensação, e daí aos problemas nos motores que usam esses combustíveis vai um curto espaço de tempo e de utilização.

Para além da condensação, também a deposição de partículas ou sedimentação é potencialmente maior quanto maior for o tempo de permanência de um determinado combustível nos tanques de armazenamento, e também por aí surgem os indicadores sobre os postos de abastecimento a “evitar”.

Sendo certo que as situações de condensação, mas de sedimentação também podem acontecer no armazenamento dos combustíveis antes mesmo destes chegarem aos postos de abastecimento, a opção por se efectuar o abastecimento em postos com uma “saída” regular dos produtos ali comercializados pode ser uma boa medida de prevenção com vista a ficarmos longe de problemas.

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